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Oscar wilde an ideal husband essay writer

May 7, 2018

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Oscar Wilde's "Lady Windermere's Fan, A Play About a Good Woman" opened at the St James's Theatre in London on this day in 1892.

"In this world there are only t...wo tragedies. One is not getting what one wants, and the other is getting it."
--Mr. Dumby from ""Lady Windermere's Fan" (Act III)

Oscar Wilde has been acknowledged as the wittiest writer in the English language. This collection proves that he was also one of the most versatile. Effortlessly achieved, each revealing a different aspect of his brilliance, all of the plays, prose writings, and poems gathered here support Wilde’s belief that entertainment provides the best kind of edification. The works gathered here include Wilde’s once-controversial and now classic novel, The Picture of Dorian Gray, the rioutously (sic) comic plays “The Importance of Being Earnest” and “Lady Windermere’s Fan,” and the famous poem he wrote after being released from prison, “The Ballad of Reading Gaol.” This expanded new edition now includes the complete version of Wilde’s moving letter from prison, De Profundis, and his teasing parable about Shakespeare, The Portrait of Mr. W. H. Other notable included writings are the semi-comic mystery story “Lord Arthur’s Savile’s Crime” and the essay The Soul of Man Under Socialism. READ more here: https://www.penguinrandomhouse.com/…/plays-prose-writings-…/

Oscar Fingal O'Flahertie Wills Wilde, ou simplesmente Oscar Wilde (nascido em Dublin, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda, 16 de outubro de 1854 —falecido em Paris, França, 30 de novembro de 1900) foi um influente escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa.[1] Depois de escrever de diferentes formas ao longo da década de 1880, tornou-se um dos dramaturgos mais populares de Londres, em 1890. Hoje ele é lembrado por seus epigramas e peças.

Oscar Wilde

Oscar Fingal O'Flahertie Wills Wilde nasceu na cidade de Dublin em 16 de outubro de 1854, quando a a(c)tual República da Irlanda ainda pertencia ao Reino Unido, na forma do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda. O segundo de três filhos, foi criado numa família protestante (depois convertendo-se à Igreja Católica), estudou na Portora Royal School de Enniskillen e no Trinity College de Dublin, onde se sobressaiu como latinista e helenista.[2] Ganhou depois uma bolsa de estudos para o Magdalen College de Oxford.[3]

Wilde saiu de Oxford em 1878. Um pouco antes de ter ganho o prêmio "Newdigate" com o poema "Ravenna".[3]

Passou a morar em Londres e começou a ter uma vida social bastante agitada, sendo logo caracterizado pelas atitudes extravagantes.[1]

Foi convidado para ir aos Estados Unidos a fim de dar uma série de palestras sobre o movimento estético por ele fundado, o esteticismo, ou dandismo, que defendia, a partir de fundamentos históricos, o belo como antídoto para os horrores da sociedade industrial, sendo ele mesmo um dândi.[4]

Em 1883, vai para Paris e entra para o mundo literário local, o que o leva a abandonar seu movimento estético. Volta para a Inglaterra e casa-se com Constance Lloyd, filha de um rico advogado de Dublin, indo morar em Chelsea, um bairro de artistas londrinos. Com Constance teve dois filhos, Cyril, em 1885 e Vyvyan, em 1886. O melhor período intelectual de Oscar Wilde é o que vai de 1887 a 1895.[5]

Em 1892, começa uma série de bem sucedidas histórias, hoje clássicos da dramaturgia britânica: O leque de Lady Windermere (1892), Uma Mulher sem Importância (1893), Um Marido Ideal e A importância de ser Prudente (ambas de 1895). Nesta última, o ar cômico começa pelo título ambíguo: Earnest, "fervoroso" em inglês, tem o mesmo som de Ernest, nome próprio.[4]

Publica contos como O Príncipe Feliz, o Gigante Egoísta e O Rouxinol e a Rosa, que escrevera para os seus filhos, e O crime de Lord Artur Saville.[1]

O seu único romance foi O Retrato de Dorian Gray.[1]

Oscar Wilde foi pioneiro na criação do filme de drama e no de ação.

A situação financeira de Wilde começou a melhorar, e, com ela, conquista uma fama ainda maior. O sucesso literário foi acompanhado de uma vida bastante mundana, e suas atitudes tornaram-se cada vez mais excêntricas.[5]

Os julgamentos e prisão

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Wilde e seu suposto amante

Em Maio de 1895, após três julgamentos, foi condenado a dois anos de prisão, com trabalhos forçados, por "cometer atos imorais com diversos rapazes".[6] Wilde escreveu uma denúncia contra um jovem chamado Bosie, publicada no livro De Profundis, acusando-o de tê-lo arruinado. Bosie era o apelido de Lorde Alfred Douglas, um dos homens de que se suspeitava que Wilde fosse amante. Foi o pai de Bosie, o Marquês de Queensberry, que levou Oscar Wilde ao tribunal. No terrível período da prisão, Wilde redigiu uma longa carta a Douglas, que a chamou de De Profundis.[4]

A imaginação como fruto do amor é uma das armas que Wilde utiliza para conseguir sobreviver nas condições terríveis da prisão. Apesar das críticas severas a Douglas, ele ainda alimenta o amor dentro de si como estratégia de sobrevivência. A imaginação, a beleza e a arte estão presentes na obra de Wilde.[5]

Após a condenação a vida mudou radicalmente e o talentoso escritor viu, no cárcere, serem consumidas a saúde e a reputação. No presídio, o autor de Salomé (1893) produziu, entre outros escritos, De Profundis, o clássico anarquista, A Alma do Homem sob o Socialismo e a célebre Balada do Cárcere de Reading.[1]

Os últimos anos

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Foi libertado em 19 de maio de 1897. Poucos o esperavam na saída, entre eles seu maior amigo Robert Ross.

Passou a morar em Paris e a usar o pseudônimo Sebastian Melmoth. As roupas tornaram-se mais simples e o escritor passou a morar num lugar humilde, de apenas dois quartos. A produtividade literária era pequena.[5]

O fato histórico de seu sucesso ter sido arruinado pelo Lord Alfred Douglas (Bosie) tornou-o ainda mais culto e filosófico, sempre defendendo o amor que não ousa dizer o nome, definição sobre a homossexualidade, como forma de mais perfeita afeição e amor.[3]

Oscar Wilde morreu de um violento ataque de meningite, agravado pelo álcool e pela sífilis, às 9h50 do dia 30 de novembro de 1900.[1]

Em seu leito de morte foi aceito pela Igreja Católica Romana e Robert Ross, em sua carta para More Adey (datada de 14 de Dezembro de 1900), disse: Ele estava consciente de que havia pessoas presentes e levantou sua mão quando pedi, mostrando entendimento. Ele apertou nossas mãos. Eu então fui enviado em busca de um padre e, depois de grande dificuldade, encontrei o Padre Cuthbert Dunne, que foi comigo e administrou o Batismo e a Extrema Unção — Oscar não pode tomar a Eucaristia.[4]

Wilde foi enterrado no Cemitério de Bagneux, fora de Paris, porém mais tarde foi movido para o Cemitério de Père Lachaise.[7] Sua tumba é obra do escultor Sir Jacob Epstein, à requisição de Robert Ross, que também pediu um pequeno compartimento para seus próprios restos. Seus restos foram transferidos para a tumba em 1950.[3]

Oscar

No seu único romance, O Retrato de Dorian Gray, considerado por muitos críticos como uma obra-prima da literatura inglesa, Oscar Wilde trata da arte, da vaidade e das manipulações humanas.[4]

Já em várias de suas novelas, como por exemplo O Fantasma de Canterville, Wilde critica o patriotismo da sociedade.

Em seus contos infantis preocupou-se em deixar lições de moral através do uso de linguagem simples. O Filho da Estrela (ver em Ligações Externas), é exemplo disso.[1]

No teatro, escreveu nove dramas, muitos ainda encenados até hoje.[8]

Wilde destacou-se como poeta, principalmente na juventude. Rosa Mystica, Flores de Ouro são alguns trabalhos conhecidos nesse campo.[3]

Wilde foi um mestre em criar frases marcadas por ironia, sarcasmo e cinismo.[5]

Sai da Prisão e em 28 de maio, aparece no Daily Chronicle, a primeira carta sobre o regime penitenciário britânico, sob o título O Caso do Guarda Martin.

Referências

Filmes baseados em algumas obras de Oscar Wilde:

Filme baseado em sua vida:

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